Contra o tempo

Ficção científica de 93 minutos, dirigida por Duncan Jones com roteiro de Bem Ripley, tendo Jake Gyllenhaal, Michelle Monaghan e Vera Farmiga nos papéis principais.

No enredo, o capitão Colter Stevens, da Marinha dos Estados Unidos, acorda e percebe que alguma coisa profundamente perturbadora está acontecendo: ele não é ele mesmo, mas parece ocupar o corpo de outra pessoa, um homem chamado Sean, que ele não conhece e que está viajando num trem, em companhia de uma mulher, Christina. Minutos depois, em virtude de um atentado a bomba, o trem explode, matando todos os passageiros. Na verdade, como se sabe depois, o que está acontecendo com o cérebro do capitão Stevens é parte de um projeto secreto do governo americano chamado Code Source, que possibilita a conservação da mente de um indivíduo morto e sua absorção da personalidade de um outro homem também já morto, durante os outo minutos finais de vida deste último.
A improbalidade do que acontece neste filme, a julgar pela sinopse dada acima, imediatamente levará qualquer leitor sensato a considerar que temos à frente não apenas uma história de ficção científica, mas, uma daquelas que estão a anos-luz de qualquer possibilidade de realização.

Mesmo assim, conheçamos alguns detalhes do que acontece na história e tentemos relaciona-los com ponderações que têm sido feitas a sério a respeito de desenvolvimentos tecnológicos futuros, envolvendo o cérebro humano e a tecnologia da informação.

Boa diversão e reflexão sobre como andam os processos de criatividade e inovação na sua empresa.

Fonte: Os filmes que todo gerente deve ver (Editora Saraiva)